O dr. Fernando Casanova, teólogo e ex-ministro evangélico, trata do tema da suposta idolatria na Igreja Católica e explica o culto às imagens e onde está fundamentado na Bíblia.
Da segunda temporada da série “Estou em Casa”, Fernando explica os temas que pensavam estar superados. Prestem bem atenção.
Quem é a Rocha de Mt. 16,18ss? Os próprios eruditos protestantes explicam. Renomados comentaristas protestantes como Hendriksen, Maier, Carson, Lange e muitos outros dão a explicação correta da passagem. Muitos evangélicos brasileiros não sabem disso e somente repetem à exaustão o que seus pastores ensinam. Muitos tentam explicar que Jesus é a rocha e portanto não pode ser Pedro. Mas isto porque não analisam o texto original. Alguns tentam explicar (isso quando mencionam o grego) que não pode ser Pedro. Mas não entendem que o aramaico original faz um trocadilho de palavras, algo chamado paronomasia, uma forma de linguagem. Por muitos lerem apenas a Bíblia ao pé da letra e não fazerem um estudo completo é por isso que caem em falsas interpretações. Mas não é assim que se estuda a Bíblia, que requer muita exegese e linguística.
Série da EWTN apresentada por Thomas E. Woods, autor do livro “Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental”. Veja o que já disseram sobre o livro:
“Um livro muito atrativo e cativante… uma mina de informações sobre a dívida que temos à vida e pensamentos católicos” – Michael P. Foley, Ph.D., professor assistente de Patrística, Great Texts Programs, Universidade Baylor
“Recoloca a Igreja onde deveria estar: no centro dos valores, ciência, leis e instituições da Civilização Ocidental”. – Dr. Paul Legutko, Universidade Stanford.
“Soberbo e erudito…. Altamente recomendado”. – Dra. Alice von Hildebrand, professora emérita da Universidade da Cidade de Nova Iorque.
Cena da morte de Maria Goretti, do filme homônimo de Giulio Base (2003), com Martina Pinto no papel da santa. Como muitos santos, ela tipificou em si mesma os valores de Cristo. Maria perdoou, no leito de morte, a seu assassino, Alessandro Serenelli quem, no dia 5 de julho de 1902, a atacou com 14 punhaladas em tentativa de estupro. Como não cedeu ao atacante e defendeu a virgindade, Maria foi golpeada.
No dia 6 de julho, antes de entregar sua alma a Deus, Maria disse que queria Alessandro com ela no Paraíso. E assim foi. Mais tarde, Alessandro Serenelli, depois de ter tido um sonho em que ela lhe aparecia com lírios, arrependeu-se e mudou de vida.
Em 24 de junho de 1950, Maria Goretti foi canonizada.